A Justiça da Argentina iniciou na última terça-feira (14) um novo julgamento sobre a morte de Diego Maradona, ocorrida em 2020. Sete membros da equipe médica do ex-jogador são acusados de homicídio culposo, quando não há intenção de matar, no que pode ser configurado como negligência.
O julgamento acontece em San Isidro, na província de Buenos Aires, e deve ouvir cerca de 100 testemunhas ao longo do processo. Os profissionais envolvidos negam qualquer irregularidade.
Estão entre os réus a psiquiatra Agustina Cosachov, o neurocirurgião Leopoldo Luque, além de outros integrantes da equipe responsável pelo acompanhamento do ex-jogador. A enfermeira Dahiana Madrid será julgada separadamente, em data ainda a ser definida.
A acusação sustenta que houve falhas no atendimento e que o local onde Maradona se recuperava não tinha estrutura adequada para o tratamento. Já a defesa argumenta que a morte era inevitável, diante do histórico de saúde do ex-atleta.
Este é o segundo julgamento sobre o caso. O primeiro foi anulado após a saída de uma das juízas envolvidas no processo.
Ídolo máximo do futebol argentino, Maradona morreu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, vítima de um ataque cardíaco, enquanto se recuperava de uma cirurgia no cérebro. Pela seleção argentina, disputou 91 partidas, marcou 34 gols e foi o grande nome da conquista da Copa do Mundo de 1986.
Caso sejam condenados, os acusados podem pegar penas que variam de oito a 25 anos de prisão.













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