Em uma nova rodada realizada nesta sexta-feira (5), Rússia e Ucrânia trocaram 370 militares prisioneiros de guerra — metade deles (185), de cada país. A troca faz parte de um acordo firmado entre as partes no início de maio. À época, além de um cessar-fogo de três dias, ficou acertado que mil prisioneiros de cada lado seriam libertados, o que tem ocorrido de forma gradativa.
Por meio de um comunicado, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que os soldados liberados participaram de conflitos em Mariupol, Donetsk, Lugansk, Kharkiv, Kherson, Zaporizhia, Sumy, Kiev e na região russa de Kursk. O lado ucraniano também repatriou um civil.
Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, seus combatentes agora livres foram enviados para Belarus e devem retornar ao país depois que receberem tratamento médico.
Países seguem em conflito
Apesar da nova rodada de trocas, a guerra no Leste Europeu segue sem perspectiva de um acordo diplomático. Na última quinta-feira (4), Zelensky chegou a enviar uma carta aberta para Vladimir Putin em que propunha uma reunião direta, a fim de retomar as negociações de paz entre Ucrânia e Rússia. Putin, porém, chamou a ideia de ‘inútil’ e recusou o convite.
O diálogo se encontra estagnado desde que os Estados Unidos, principal mediador das conversas, deram início à guerra contra o Irã.












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