Como argumento, o ministro cita “absoluta impropriedade dos motivos de insuficiência das medidas cautelares alternativas à prisão, chamando, pois, a atenção o fato de medidas cautelares alternativas à prisão terem sido decretadas em face de outros investigados, inclusive daquele que é considerado pela autoridade policial o suposto líder da organização criminosa”, ao falar de Rodrigo Manga.



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