À reportagem, a médica sanitarista Sofia Mendonça, coordenadora do Projeto Xingu/Unifesp, afirmou que a alternativa D “não é adequada”, porque o atendimento aos povos indígenas “segue fluxos diferentes dos ribeirinhos e de outras populações tradicionais”. Segundo ela, o erro da questão está em propor “condutas uniformes” para grupos com culturas distintas.









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