O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou veementemente seu repúdio ao ataque a tiros ocorrido no sábado (25) durante um encontro com jornalistas em Washington, que tinha a presença do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em nota publicada nas redes sociais neste domingo (26), Lula manifestou solidariedade a Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes da Casa Branca. Ele também enfatizou que "A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger."
Detalhes do Incidente em Washington
Os disparos ocorreram nas imediações do jantar de Trump com correspondentes que cobrem a Casa Branca. Imediatamente após os tiros serem ouvidos, Donald Trump e a primeira-dama foram retirados do local pelo Serviço Secreto norte-americano.
Um suspeito foi detido, mas sua identidade não foi revelada. Relatos indicam que um agente do serviço secreto foi atingido, mas sobreviveu devido ao uso de colete à prova de balas. Testemunhas também mencionaram ter ouvido explosões próximas ao hotel onde o evento acontecia.
Outras autoridades presentes, como o vice-presidente J.D. Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, também foram retiradas e estão em segurança.
Repercussão e Investigação Preliminar
Após o incidente, o ex-presidente Trump concedeu uma coletiva de imprensa na Casa Branca, classificando o atirador como um "lobo solitário", termo frequentemente usado para descrever criminosos que agem individualmente.
O Serviço Secreto dos EUA, contudo, não divulgou informações adicionais sobre o suspeito ou os detalhes da investigação.









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