O senador Jaques Wagner (PT-BA) comunicou, nesta quarta-feira (24), por meio de suas redes sociais, o encerramento de sua função como líder do governo no Senado Federal. A decisão, segundo Wagner, foi consensualmente definida em uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio da Alvorada.
Em seu comunicado, o senador afirmou: "Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal. Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado. Juntos, com humildade e muito trabalho, renovaremos nosso compromisso com o projeto coletivo que vem mudando a Bahia e o Brasil."
Contexto das Investigações e Alegações
A saída de Wagner da liderança ocorre em um período de investigações. A defesa do senador solicitou ao Supremo Tribunal Federal a anulação de buscas e apreensões realizadas pela Polícia Federal em 18 de junho, tanto em Brasília quanto em Salvador. Agentes da PF acusam Jaques Wagner de ter recebido vantagens financeiras do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.
Em resposta às acusações e às ações da Polícia Federal, o senador negou qualquer irregularidade. Em entrevista à Band News no dia das operações, Wagner declarou-se "absolutamente tranquilo" em relação ao processo investigatório.











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