A escolha mais recente da artista para o clube foi “O Conto da Aia”, obra renomada de Margaret Atwood, que Dua leu pela primeira vez aos 15 anos. Na época, encarou a distopia como apenas mais uma história distante – “um exercício de imaginação; um mundo sombrio, mas fictício”, relembra. A releitura aos 30, com novos olhos, foi outra experiência. “Talvez o mundo tenha mudado, talvez eu tenha perdido minha inocência, mas [aquele mundo] já não me parece tão improvável”, escreveu.



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