O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, defendeu nesta terça-feira (13) que a discussão sobre o funcionamento do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, seja feita pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Ante o exposto, reitero, com especial urgência, a solicitação de submissão da decisão de 11/10/2026 ao referendo do Plenário, por meio de sessão presencial ou extraordinária virtual convocada para esse fim”.
Mais cedo, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reconheceu o registro do canal de WhatsApp pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que a ferramenta poderia voltar a funcionar após um prazo de 48 horas previsto em resolução da Corte Eleitoral.
Fonte: G1










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