O ex-treinador Abel Braga voltou ao centro de uma polêmica jurídica. O Grupo Arco-Íris, coletivo de apoio à comunidade LGBTQIA+, acionou o profissional na 5ª Vara Cível da Regional de Campo Grande devido a uma declaração feita durante sua apresentação no Internacional, em 2025.
“Eu não quero a p** do meu time treinando com uma camisa rosa, porque parece um time de v**”, disse o ex-técnico.
A entidade alega que a declaração teve caráter discriminatório, ultrapassou os limites da liberdade de expressão e ofendeu a população LGBTQIA+. Além da indenização, a entidade solicita a adoção de medidas educativas voltadas ao combate à discriminação no esporte.
A declaração feita pelo diretor técnico ocorreu em novembro de 2025 e gerou repercussão imediata, de forma mista. No mesmo dia, Abel Braga divulgou uma retratação por meio de nota nas redes sociais, onde tentou relacionar a situação à morte de seu filho, João Pedro, em 2017, argumentando que alguém que passou por tamanha dor não poderia ser homofóbico.
Posteriormente, em fevereiro, ele foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva com cinco jogos de suspensão e multa de R$ 20 mil.









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