Dois dias depois, na mesma semana, ao receber o apoio de outros governadores — Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais; Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina; Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás; Eduardo Riedel, do Mato Grosso do Sul; e Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo —, Castro voltou a falar em narcoterrorismo.
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