O chefe do Hamas em Gaza, Khalil al-Hayya, confirmou neste domingo (14) a morte do responsável pela produção de armas do grupo em um ataque israelense ocorrido no sábado (13), na Faixa de Gaza.
Em pronunciamento exibido pela Al-Aqsa TV, emissora ligada ao Hamas, Hayya afirmou que o povo palestino vive “momentos difíceis” e mencionou a morte do comandante Raed Saad e de outros integrantes do grupo. Segundo ele, mais de 70 mil pessoas morreram desde o início da guerra entre Hamas e Israel, em outubro de 2023.
Israel anunciou no sábado a morte de Raed Saad, descrito como “um dos arquitetos” do ataque de 7 de outubro de 2023, que deixou cerca de 1.200 mortos e mais de 200 sequestrados em território israelense, dando início ao conflito. Outras quatro pessoas teriam morrido no mesmo bombardeio.
Hayya afirmou que a morte do comandante ameaça a trégua em Gaza e acusou Israel de violar o acordo de cessar-fogo. “As contínuas violações israelenses e os recentes assassinatos comprometem a viabilidade do acordo”, disse.
Ele também apelou aos mediadores internacionais, especialmente aos Estados Unidos e ao presidente Donald Trump, para que pressionem Israel a cumprir o cessar-fogo.
Por fim, autoridades americanas informaram à agência Reuters que o Comando Central dos EUA realizará, na próxima terça-feira (16), uma conferência em Doha com países parceiros para planejar uma Força Internacional de Estabilização para Gaza.

/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/d/M/fdu0vVTD2G00ftqoYcrg/preso-porto-1-.jpg)

/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/9/y/zJYjtiTBKpd5X59LEOMA/img-7041.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/L/7/GDCNt2RlGLJcOs8nR99g/preso-ferrovia-1-.jpg)



