O porta-voz do Ministério das Relação Exteriores da China afirmou, nesta segunda-feira (22), que o país se opõe a todas as ‘sanções unilaterais e ilegais’ dos Estados Unidos (EUA), ao classificar como uma grave violação do direito internacional a “apreensão arbitrária” de navio de outros países pelos EUA.
A China é aliado da Venezuela, país que enfrenta dura investida do governo estadunidense como bloqueio total e completo de todos os navios petroleiros alvos de sanções que entram e saem do país. Em coletiva de imprensa diária, o porta-voz afirmou que a Venezuela tem o direito de desenvolver relações com outros países
O pronunciamento do porta-voz ocorre após a interceptação de um terceiro navio petroleiro próximo à costa da Venezuela, no domingo (21). Segundo a agência de notícias Bloomberg, o navio foi identificado como Bella 1, e inclusive já estaria sobre posse das forças estadunidenses.
Em comunicado enviado a agência Reuters, um oficial do governo dos EUA afirmou que o petroleiro era alvo de sanções e navegava com bandeira falsa. No entanto, outra embarcação, apreendida no sábado (20), não constava na lista de sanções dos EUA.
Minutos após a apreensão do navio, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que o país enfrenta “uma campanha de agressão de terrorismo psicológico e corsários que assaltaram petroleiros”. O presidente não citou diretamente ações do governo estadunidense.
Na terça-feira (16), o presidente estadunidense, Donald Trump, comunicou que a Venezuela estava completamente cercada e que determinou um bloqueio total a petroleiros alvos de sanções que entram e saem do país.
Em resposta ao comunicado de Trump, o governo da Venezuela classificou a decisão de Trump como uma “ameaça grotesca” e “absolutamente irracional”.
O principal interesse dos Estados Unidos nas investidas contra a Venezuela consiste em disputas econômicas. O petróleo pesado da Venezuela “é bem adequado às refinarias norte-americanas, especialmente às localizadas ao longo da Costa do Golfo”, e ao aplicar sanções contra os petroleiros, o governo estadunidense consegue minimizar os efeitos satisfatórios da exportação de petróleo para a economia venezuelana que contribui para a sustentação do governo de Nicolás Maduro.
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