
Triatleta pedala 90 km com bicicleta dos anos 70 em Ironman 70.3 de Florianópolis
🚴Um triatleta viralizou nas redes sociais após usar uma bicicleta de 1979 para completar os 90 km do percurso de ciclismo do Ironman 70.3 de Florianópolis. Mas o desafio de Gabriel Melzer foi ainda maior do que ele previa: após uma queda, que danificou o veículo ainda no início da prova, ele precisou pedalar “marcha pesada” durante 75 km.
“Foi surreal, ainda mais com o câmbio quebrado e só na marcha pesada para ajudar”, relembra.
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Gabriel mora em Palhoça, na Grande Florianópolis, e já havia feito a prova antes, mas essa foi a estreia dele com a relíquia, comprada usada por R$ 500 e restaurada recentemente. “Achei ela na cidade de Araucária, no Paraná. Ela estava em um paiol, parada há mais de três anos”.
“Ela era vermelha e estava com a pintura horrível. Aí eu reformei justamente para a prova do 70.3”, comentou.
O peso da bike, de 15 kg, também foi um desafio. Segundo ele, outras bicicletas de performance atuais pesam, em média, 8 kg.
🏁O Ironman 70.3 é uma versão mais curta do triatlo Ironman, um dos eventos esportivos mais exigentes do mundo. Eles percorrem 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida.
Gabriel Melzer pedalou o Ironman 70.3 de Florianópolis com bike dos anos 70
Arquivo pessoal
💪Prova com significado
O triatleta deixou para estrear a bicicleta reforma na prova por um motivo especial: queria mostrar que o esporte é para todos, independente do equipamento.
“Quero desmistificar essa ideia de que só quem tem bike cara consegue completar uma prova assim. Todo mundo tem o direito de viver o extraordinário”, disse ao g1.
No sábado (1º), ele publicou um vídeo com um relato sobre a prova em uma rede social. Até a tarde desta segunda-feira (3), havia mais de 200 mil visualizações e 6,1 mil curtidas na publicação.
“A maioria dos atletas passa boa parte da prova clipada [com os pés presos aos pedais], economizando energia e buscando cada segundo de vantagem. Eu, por outro lado, estava de pé, fazendo força o tempo todo para manter a cadência”, escreveu.
“Logo no início acabei caindo, o câmbio quebrou e tive que seguir praticamente toda a prova com a marcha pesada. Mesmo assim, consegui manter uma média de 31,13 km/h. No fim, o que mais valeu não foi o número no relógio, mas a sensação de ter dado tudo o que podia e cruzar a linha de chegada com um sorriso na cara”, continuou.
Gabriel Melzer pedalou o Ironman 70.3 de Florianópolis com bike dos anos 70
Arquivo pessoal
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