Após a eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo, Vinícius Júnior pediu desculpas à torcida e reafirmou seu objetivo inabalável de ajudar a seleção a conquistar o tão sonhado hexa. A derrota por 2 a 1 para a Noruega, em Nova Jersey, marcou a saída precoce do torneio, gerando um ambiente de reflexão entre os jogadores.
A Análise e a Persistência de Vinícius Júnior
O atacante descreveu o momento como 'muito delicado', lamentando o desempenho da equipe e a incapacidade de 'ter feito as coisas corretas' no jogo decisivo. Apesar do revés, Vini Jr. reiterou que 'não vou desistir de tentar botar o Brasil no topo de volta'. Ele reconheceu que a seleção 'jogou muito pouco' e elogiou a Noruega, destacando que 'não tem adversário bobo' em Copas do Mundo. O Brasil finalizou a partida com apenas 32% de posse de bola, e o próprio Vinícius Júnior foi o jogador com mais erros forçados pela pressão adversária, segundo dados da FIFA. Ao ser questionado sobre o pênalti perdido por Bruno Guimarães, Vini Jr. explicou que a escolha do cobrador foi do técnico Carlo Ancelotti, enfatizando o espírito de equipe e sua não vaidade em relação à artilharia, finalizando com apoio ao colega.
Marquinhos e a Incerteza do Próximo Ciclo
Em um tom mais introspectivo e em contraste com a projeção de futuro de Vini Jr., o zagueiro Marquinhos, de 32 anos, refletiu sobre sua trajetória na seleção. Ele corroborou a decisão da comissão técnica sobre a cobrança de pênalti. Contudo, ao abordar sua terceira Copa do Mundo sem um título, o capitão expressou incerteza sobre um novo ciclo. 'Não sei qual será o futuro. Quatro anos é muita coisa', lamentou o defensor, que terá 36 anos no próximo Mundial, em 2030, sugerindo uma ponderação sobre o encerramento de sua jornada na equipe nacional.







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