A atleta paulista Marina Dias garantiu o primeiro lugar na etapa de Salt Lake City, Estados Unidos, da Copa do Mundo de Paraescalada. Competindo na classe RP3, destinada a atletas com limitações de alcance, força e potência, esta foi a terceira vez que a brasileira obteve a vitória na cidade norte-americana, repetindo os triunfos alcançados em 2022 e 2023.
Desempenho Dominante e Conquista da Medalha de Ouro
Marina Dias demonstrou superioridade desde a fase classificatória, realizada na sexta-feira (15), onde liderou entre as oito participantes. Na disputa final por medalhas, neste sábado (16), apenas ela e a competidora norte-americana Nat Vorel conseguiram atingir o topo da parede de escalada. Contudo, o menor tempo de conclusão garantiu a medalha de ouro para a brasileira. A alemã Lena Schoellig completou o pódio ao alcançar 39 agarras do muro.
Legado de Marina Dias e o Cenário Paralímpico da Paraescalada
Considerada o principal nome do Brasil na paraescalada, Marina Dias, originária de Taubaté (SP), é bicampeã mundial e convive com esclerose múltipla, que afeta o lado esquerdo de seu corpo. A modalidade fará sua estreia em Jogos Paralímpicos em Los Angeles 2028, marcando um avanço histórico para o esporte. No entanto, a classe RP3 de Marina, infelizmente, não foi incluída no programa oficial dos Jogos.
Bronze para Eduardo Schaus e Inclusão de Classes nos Jogos de Los Angeles
Outro destaque brasileiro na competição foi Eduardo Schaus, que conquistou a medalha de bronze na classe AU2, dedicada a atletas amputados ou com função reduzida de membro superior. O paranaense, que nasceu sem a mão direita, alcançou 35 agarras. A vitória na categoria ficou com o norte-americano Brian Zarzuela, que chegou à 43ª agarra, seguido pelo alemão Kevin Bartke, que obteve a segunda colocação.
Diferentemente da classe de Marina, a categoria AU2 de Eduardo Schaus está confirmada para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028. Conforme anúncio do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) em junho do ano passado, serão oito categorias disputadas, quatro por gênero, abrangendo atletas com deficiências visuais, de membros superiores e inferiores, além de limitações de alcance e potência, sublinhando a crescente inclusão e reconhecimento da paraescalada no cenário esportivo global.








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