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O acordo comercial entre o Mercosul e União europeia foi aprovado provisoriamente nesta sexta-feira (9). A formalização dos votos depende das confirmações por escrito, que devem ser enviadas ainda hoje a tarde.
O acordo prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação. Também define regras comuns de comércio de bens industriais, agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
Caso aprovado, o acordo deve ser assinado oficialmente pela presidente do bloco, Ursula von der Leyen, na segunda-feira (12). O tratado pode beneficiar o Brasil ampliando o acesso a um mercado de 451 milhões de consumidores. Os impactos devem alcançar diferentes segmentos da indústria brasileira.
O acordo é discutido há mais de duas décadas e enfrentou oposição de países como França, Irlanda e outros Estados-membros que expressam preocupações com possíveis impactos sobre o setor agrícola.
Na quinta-feira (8), véspera da votação, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que o país votaria contra o acordo. Ele afirmou que há uma ‘rejeição política unânime’ na França.
Em dezembro, o acordo já enfrentava a oposição de Itália França, Hungria e Polônia, o que levou o bloco a optar pelo adiamento da assinatura.
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